Ninguém entendia o por quê de ainda me importar com ele, mas também, ninguém via o que eu via nele. Eles não tinham a chance de ver seu sorriso e quela risada nada discreta por mais de 5 minutos, ou de bagunçar seu cabelo, ou sentir o efeito entorpecente que os seus olhos causam. Eles te enxergaram depressa, mas para quê pressa se o destino é a morte? Eu quero é te enxergar bem devagarinho, assim não perco nenhum detalhe. Se bem que os seus já decorei e redecorei. O jeito, ou trejeitos e os defeitos, aprendi a amar cada coisinha, por menor e mais irritante que seja.
E dó eu tenho de quem te perdeu e, consequentemente, perdeu tudo isso. Deixando para trás tudo de bom que na vida existe. Sorte tive eu, se te perderam foi para que te encontrasse. Encontrei. E agradeço à Deus todos os dias por ter entrado na minha vida. E não te deixo mais sair, por nada. Você é meu trevo de quatro folhas. Amor em forma de gente. O poema mais gostoso que já escrevi. Por isso ninguém nunca entende e nem vai entender. Porque para eles, é só um cara, mas, para mim, é uma vida todinha.
Sem me importar com o que vão falar, entendendo ou não entendendo, continuo aqui, sabendo que nunca vão sentir o que sinto, ouvir o que ouço, fazer o que faço ou ver o que vejo. Só eu sei o quanto me faz feliz te ver todos os dias. Termino eternizando em registro: Eu amo você, branquelo.
Comentários
Postar um comentário