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Mostrando postagens de setembro, 2015

Ele nunca foi nada disso

Ah, mas não adianta ficar inventando desculpas, dizendo que ele é complicado, que ele tem problemas, que tá sem tempo, que trabalhou até tarde. Se ele quisesse estar com você, estaria. Simples. Não adianta inventar mil coisas pra fingir que acredita que no fundo é com você que ele quer ficar. É triste, eu sei, mas se ele não vier, se ele não quiser, sempre tem alguém disposto a vir e querer tudo com você. Só é preciso perceber que ele nunca valeu a pena, porque nunca fez um pingo de esforço pra estar ao seu lado. Parece difícil aceitar, pois no fundo a culpa era da vida, da falta de tempo, dos problemas, mas nunca dele. Mas pensa bem moça, você não precisa de ninguém que não te faça bem também. Vá ser feliz! Você merece mais, bem mais, porque no fundo ele nunca foi tudo isso. Aliás ele nunca foi nada disso.

Quero você

É tão ruim esquecer. Quem disse que eu queria esquecer? Quem disse que eu queria que parasse por aqui? Eu nunca quis. A decisão nunca foi minha. Eu queria querer mais, ter mais. Apesar de tudo, ainda penso em você quando eu acordo. E quando durmo. E quando respiro. É que foi intenso o bastante pra não ser esquecido. Foi sincero demais pra não relembrar todos os dias e bom ao ponto e eu não querer deixar pra lá. Não consegui encontrar ninguém que me fizesse aquele carinho que você fazia, nem pra me dar aquele abraço bem apertado. A verdade é que eu não consegui achar ninguém como você. E eu juro que eu tentei, tentei mesmo. Não encontrei. Encontrei melhores, confesso, mas não quero, quero igual. Com todas as manhas, defeitos, manias e chiliques. Com todo ciúme, confusão e vontade de viver. Quero você do mesmo jeito que quero aquele sorvete de chocolate naquela sorveteria de esquina em que íamos sempre que saía um solzinho, quero você como quero ir à aquela lanchonete em que você se...

Sem você eu sou metade

Mas há tempos que eu não sou eu. Não eu mesma, pelo menos. Não eu por inteira. Nem o que eu realmente gostaria de ser. Culpa sua. Ou minha(?). Sempre me entreguei demais nas relações, e talvez seja isso, você pegou tudo isso que te dei e levou embora, me deixou metade. Ou menos que isso. Uma metade que não sabe se fazer inteira novamente. Uma metade que no fundo, bem pequenininho lá no coração, quase desaparecendo, ainda sente sua falta. Sempre acho que vai sumir. Mas nunca some. Faz tanto tempo que você se foi... Só que você nunca vai. Acho que no fundo eu nunca te deixei ir realmente, porque não importa quanto tempo demore, ou quanto tempo ficamos sem nos falar e até sem nos ver, sempre há algo que nos liga, sempre nos esbarramos nas esquinas da vida, sempre damos um jeito de voltarmos pra vida do outro. Se é que já saímos algum dia. Uma vez que amamos alguém, jamais esqueceremos ou deixaremos de nos importar ou sentir alguma coisinha, por mais tola que seja. Deve ser por isso.....